sábado, 9 de junho de 2012

Praça da Sé, Marco Zero, Catedral da Sé





Praça da Sé
No meio da praça está situado o Marco Zero, que indica as direções dos Estados que fazem limite com São Paulo e a partir do qual se conta a distância de qualquer ponto da cidade. Junto à praça está situada a Catedral Metropolitana da Sé. Em estilo gótico modificado, sua construção iniciou-se em 1913 e só terminou quatro décadas depois.
É a maior igreja de São Paulo, com 110 metros de comprimento, 46 metros de largura, torres com 92 metros de altura cada, cúpula com altura de 30 metros e capacidade para oito mil pessoas. Em sua cripta, que pode ser considerada uma verdadeira igreja subterrânea, encontram-se trabalhos artísticos do escultor Francisco Leopoldo.




Marco Zero
O Marco Zero expressa a ideologia do período em que foi concebido e implantado: um forte sentimento paulista ressalta o papel central do Estado de São Paulo na formação do Brasil. Mais que uma simples referência espacial, o Marco Zero é um monumento, pleno de valor simbólico.
Foi construído em 1934 em frente a Catedral da Sé. Em formato de prisma revestido de mármore. Em cada face do marco, figuras inscritas representam o Paraná por uma araucária; o Mato Grosso pela vestimenta dos Bandeirantes; Santos por um navio, de cujo porto saía o café, maior riqueza do país no período; do Rio de Janeiro recorda-se o Pão de Açúcar e suas bananeiras; Minas Gerais por materiais de mineração profunda, enquanto Goiás é lembrado por uma bateia, material de mineração de superfície.


Catedral da Sé
Em 1616 foi inaugurada a igreja matriz da Vila de São Paulo de Piratininga. Em 1754 foi construída outra igreja em estilo barroco.
Localizada na Praça da Sé é a maior igreja de São Paulo, e uma das maiores do mundo.  Já passou por varias reformas, a última em 2002.

Capela Padre Anchieta, Casa número 1, Beco do Pinto, Sala da Marquesa, Centro Cultural Caixa Econômica




Capela do Beato/ Padre Anchieta
A Capela do Beato José de Anchieta fica no Pátio do Colégio, a sua localização fica no ponto exato da fundação da cidade de São Paulo.  Possui o Museu Anchieta, com mais de 700 peças.


Casa Numero 1
Denominada Casa numero Um, por ser a casa numero 1 da antiga Rua Carmo, atual Rua Robert Simonsen. O primeiro proprietário foi Francisco Dias, o segundo foi o bandeirante Gaspar de Godoy Moreira. Em 1855 foi transformado no Colégio Ateneu Paulistano, depois foi vendida a o Major Benedito Antônio da Silva que a reformou em estilo de alvenaria, tal como é hoje.


Beco do Pinto
O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural.
O lugar recebeu esse nome por causa do morador que morava mais próximo o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Lemes.





Sala da Marquesa
A Sala da Marquesa fica ao lado do Pátio do Colégio, no centro de São Paulo. Uma obra arquitetônica do século XVII. A casa de Maria Domitila de Castro Melo, a Marquesa de Santos, amante do Imperador Dom Pedro I.  A casa possui utensílios domésticos e móveis da época e fotografias antigas da cidade.





Centro Cultural da Caixa Econômica
Fundada em 1989 a caixa Cultural possui dois grandes prédios, um localizado na Praça da Sé. Que apresenta gratuitamente espetáculos de dança, teatro, shows, debates, leituras dramáticas e palestras.
O segundo prédio na Avenida Paulista, instalado no Conjunto Nacional patrimônio histórico de São Paulo.

Rua da Quintanda, Centro Cultural Banco do Brasil, Pátio do Colégio










Rua da Quitanda
Em 1822 era conhecida como Rua do Cotovelo, pois o seu     traçado lembra um cotovelo dobrado. No século XIX os paulistanos a denominaram como Rua da Quitanda, devido às mulheres que se agrupavam para vender miudezas e alimentos cozidos.
Faz parte da Rua da Quitanda o antigo Beco da Cachaça, que era conhecido pela comercialização da cachaça.









Centro Cultural Banco do Brasil
Inaugurado em 2001, fica localizado no coração histórico de São Paulo, é uma construção do inicio do século.
Possui diversos eventos com musica, artes plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas educativos.












Pátio do Colégio
Em 1554 o Padre José de Anchieta, construiu neste local um alojamento e um colégio para catequisação dos índios.  

Rua do Comércio, Largo do Café, Praça do Patriarca, Igreja Santo Antonio,




Rua do Comércio
Já foi conhecida como Beco do Inferno, por causa da aparência que era suja, escura, mal cheirosa e mal freqüentada. Antes de receber o nome atual, chamou se também Travessa do comércio, porque fazia ligação entre a Rua do comércio, atual Álvares Penteado, e a Rua do Rosário, atual XV de Novembro.
Em 1907 mudou o nome para Rua do Comércio, devido ao grande numero de comércio no local.


Largo do Café
Situado na Sé, o Largo do Café recebe este nome, porque na época dos barões do café era um ponto de encontro para compra e vende do produto.







Praça do Patriarca
Recebeu este nome em homenagem ao Patriarca José Bonifácio de Andrade e Silva. Tem pouco tempo de existência, cerca de 50 anos. Foi criada para abrir passagem entre as ruas que a cercam.



Igreja Santo Antônio
 A igreja fica localizada na Praça do Patriarca no centro de São Paulo. Fundada nas ultimas décadas do século XVI, abrigou a Ordem dos Franciscanos.
A faixada da igreja é em estilo eclético, e seu interior é conservado o estilo do período colonial. 

Praça Antonio Prado e Rua 15 de novembro


Praça Antônio Prado
A Praça Antônio Prado, antigo Largo do Rosário, fica na Sé. Recebeu esse nome em homenagem ao Dr. Antônio da Silva Prado, conhecido como Conselho Antônio Prado. Que ocupou vários cargos públicos como vereador, deputado e prefeito da cidade.




Rua 15 de Novembro
Em 1715 é construída uma igreja que recebe o nome de Igreja do Rosário, que hoje fica a Praça Antônio Prado, a rua era conhecida como Rua Rosário dos Pretos, por causa da grande quantidade de pretos que passavam por ela. Depois no período monárquico recebeu o nome de Rua da Imperatriz, e com o fim da monarquia e inicio da república, mudou o nome para XV de Novembro em homenagem a data da proclamação da República.  

Mosteiro de São Bento










Mosteiro de São Bento
Com mais de 400 anos de história, o mosteiro sempre foi uma grande influência na cidade de São Paulo. Os monges já intercederam perante o povo pela vida de Amador Bueno, que não queria ser rei de São Paulo e por isso temia pela própria vida, e os monges obtiveram êxito.
O mosteiro possui uma biblioteca com mais de cem mil títulos e alguns livros raros. O relógio e o órgão de origem alemã são bastante famosos. 




Largo de São Bento
A igreja Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida como igreja de São Bento, fica no Largo de São Bento. Estava instalada a taba do cacique Tibiriça, e demarcava o limite do povoado que começava a se forma.
Em 1598 foi construída a Capela de Nossa Senhora de Montserrat. Em 1650 o bandeirante Fernão Dias doou grande soma de dinheiro para a reforma e ampliação da igreja que possui o mesmo nome desde então.
Houve um reforma em 1911 e a ultima foi na década de 70, com a chegada do metro. O largo ganhou bancos, calçada e jardim, e, no subsolo a estação São Bento do Metro.  












quarta-feira, 6 de junho de 2012

Estudo do Meio

No dia 12/05/2012 a professora de geografia (Sara) nos levou ao centro de São Paulo para realizarmos um estudo do meio e conhecemos os locais históricos, dentre os quais podemos destacar: IGREJA SÃO BENTO, LARGO SÃO BENTO, PRAÇA ANTONIO PRADO, RUA 15 DE NOVEMBRO, RUA DO COMÉRCIO, LARGO DO CAFÉ, PRAÇA DO PATRIARCA, IGREJA SANTO ANTONIO, RUA DA QUITANDA,  CENTROCULTURAL BANCO DO BRASIL, PÁTIO DO COLÉGIO, CAPELA DOBEATO PADRE ANCHIETA, CASA n° 1, BECO DO PINTO, SOLAR DA MARQUESA, CENTRO CULTURAL CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, MARCO ZERO E PRAÇA DA SÉ.   Nesta visita ficou claro para nós, como é importante ir a esses locais com um olhar diferenciado explico, porque dentre os visitantes muitos de nós já passou por alguns desses locais por mais de uma vez sem se dar conta da importância histórica do lugar. Ao planejar uma visita é fundamental que o educador deixe isso claro aos navegantes, ou melhor, visitantes (risos).